Entrevista com Ana Paula de Abreu

 Ela é escritora de quatro obras infantis e irá lançar mais duas até o mês o de outubro e ainda escreve para o aplicativo “Contadores de Histórias”.

Amanda Haçul: Como começou sua carreira de autora infantil?

Ana Paula de Abreu: Sempre adorei escrever e até já tinha escrito algumas histórias, mas acabaram ficando esquecidas na gaveta. Nunca pensei em publicá-las. Depois que minha filha nasceu, comecei a comprar livros infantis e me apaixonei por este mundo tão criativo! Amo ilustrações, cores e tudo o que faça minha imaginação correr solta.
  Foi aí que decidi me aventurar e tentar publicar minhas histórias. E a primeira foi O Mistério da Sopa da Vó Leninha. Em seguida lancei Julião, Tico e o Balão, Vó Leninha em…O Aniversário de Isabela (livro+receitas de Lidiane Barbosa) e agora o Era uma vez um buldogeu francês. Em outubro também lanço a segunda edição de O  Mistério da Sopa da Vó Leninha agora com receitas de sopas maravilhosas.

Amanda Haçul: Tem um livro preferido, entre suas obras?

Ana Paula de Abreu: Não, cada livro tem o seu momento e uma inspiração diferente, então fica difícil escolher um.

Amanda Haçul: De onde vem suas inspirações? 

Ana Paula de Abreu:De tudo: das experiências que eu tenho, da minha filha, das pessoas que eu conheço, viagens  a até dos meus cachorros (no caso do livro do buldogue.

Amanda Haçul: Qual o principal objetivo, quando você escreve suas obras?!

Ana Paula de Abreu:O principal objetivo é passar a minha mensagem adiante e deixar minhas histórias pra minha filha, como um recordação minha, sabe.

Amanda Haçul:  Como você teve a ideia de fazer o “era uma vez, um buldogue francês”?
Ana Paula de Abreu: Aqui em casa sempre tivemos cachorros, tenho 4 no momento e minha filha adora! Desde pequena convivi com cachorros e sempre observei muito  comportamento deles. Neste livro, misturei um pouco da personalidade dos meus cachorros e criei o buldogue, apesar de eu nunca ter tido um buldogue. Meu cachorro Igor, um bassethound ranzinza de 15 anos me inspirou muito para criar o personagem do
livro.
Amanda Haçul:  Sobre o aplicativo “contadores de histórias”… Pra você a literatura de modo tradicional tem o mesmo estímulo e resultado da literatura digital?
Ana Paula de Abreu:Pra mim não tem como comparar o modo tradicional, os livros, a contação de histórias olho no olho a um aplicativo digital. Acredito que o aplicativo sirva para estimular o interesse das crianças, principalmente em ambientes onde não se pode
ter uma biblioteca (clínicas, hospitais, etc). Neste caso acho super válido! Mas certamente o contato com o livro e a interação com as pessoas é fundamental.
Amanda Haçul; Uma mensagem final para a gente.

Ana Paula de Abreu: Mensagem final: Desligue um pouco o tablet e faça seu filho gostar de ler. Isso é meio caminho andado para o futuro dele  tanto no lado pessoal como profissional. Que não lê, não sabe escrever direito,   não sabe falar  corretamente. Sem falar que os livros estimulam a criatividade, a o raciocínio. O que mais vejo hoje são profissionais recém-formados que mal sabem escrever. O jovem de hoje  tem preguiça de ler, quer as informações prontas. Pessoas interessantes gostam de ler.

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obras de Ana Paula de Abreu

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O mistério da sopa da vó Leninha
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o aniversário de Isabela
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O mistério da sopa da vó Leninha
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